Ciência e acolhimento, na mesma conversa.
Trabalho com a análise do comportamento, uma forma de fazer terapia que é séria, baseada em evidências e, ao mesmo tempo, profundamente humana. Em vez de rótulos, a gente olha para a sua história: o que você faz, em que contexto e o que acontece depois.
A base
O que é análise do comportamento?
É a ciência que estuda como a gente aprende a sentir, decidir e agir a partir das nossas experiências. Nada do que você faz existe no vácuo: todo comportamento tem uma história e um contexto que o sustentam.
A abordagem nasce do Behaviorismo Radical de B.F. Skinner e parte de uma ideia simples e poderosa: se um comportamento foi aprendido, ele pode ser transformado. Isso vale para a ansiedade que paralisa, para o hábito que se repete e para a conversa que você vem adiando.
“O comportamento é a parte do funcionamento do organismo que age ou interage com o mundo externo.”
Na prática
Como isso aparece nas sessões
Juntos, analisamos como você interage com o mundo e o que sustenta os seus padrões. O caminho costuma passar por quatro movimentos:
Mapear o que dói
Começamos entendendo quais comportamentos estão gerando sofrimento na sua vida hoje.
Entender o contexto
Olhamos o que acontece antes e depois de cada ação, porque é isso que mantém o padrão vivo.
Construir alternativas
Criamos, juntos, estratégias para trocar o que não funciona por respostas mais saudáveis.
Respeitar o seu ritmo
Tudo no seu tempo e do seu jeito. Cada pessoa chega com uma história diferente.
Resultado
O que muda para você
Aos poucos, o que parecia defeito começa a fazer sentido: era uma resposta aprendida, que cumpria uma função. E o que foi aprendido pode ser feito de outro jeito, alinhado com o que você valoriza.
O objetivo não é só aliviar o sintoma de hoje. É você sair da terapia com mais repertório para a vida: mais autonomia, mais clareza e uma relação melhor com você mesmo.
“Cada pessoa tem seu tempo e seu caminho. Meu trabalho é ajudar você a encontrar o seu, com respeito, acolhimento e ciência.”
Lucas Espíndola · Psicólogo
Faz sentido para você?
A primeira conversa serve para isso: você me conta o que está vivendo e a gente vê, juntos, se essa abordagem encaixa.